Quatro portas. Quatro passagens. Quatro fragmentos de um mesmo ser. Esta peça não é apenas uma composição — é um confronto direto com a identidade. Cada porta carrega um rosto, um olhar, uma presença que não se esconde. Não há máscaras, não há fuga. Apenas verdade. A gravura, crua e definitiva, fixa no material aquilo que muitas vezes é invisível: a essência. Os pontos, as linhas, as imperfeições assumidas — tudo constrói uma linguagem que não pede aprovação, apenas existência. Entre os rostos, os padrões geométricos evocam memória, raiz, herança. Como se o passado e o presente dialogassem em silêncio, sustentando aquilo que somos. Não como algo estático, mas como algo que se constrói, que se aceita, que se afirma. E no centro de tudo, uma frase que não é apenas um título, mas uma declaração de coragem: “A minha arte é ser eu.”
Gravação em 4 portas de madeira
(H) 200 cm
× (W) 344 cm
·
s.d.
Edição de 1 · Obra única
A minha arte é ser eu
Edição de 1 · Obra única
Gravação em 4 portas de madeira
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s.d.
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A minha arte é ser eu
Edição de 1 · Obra única
Gravação em 4 portas de madeira
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